Avaliação cuidadosa e acompanhamento contínuo de transtornos de personalidade em adolescentes e adultos, com a Dra. Mariana Fonseca, no Jardim Botânico e online.
Falar no WhatsAppA Dra. Mariana Fonseca, psiquiatra no Rio de Janeiro, avalia e acompanha adolescentes e adultos com transtornos de personalidade, no consultório do Jardim Botânico e online. A avaliação é cuidadosa e sem rótulos apressados, e o acompanhamento é contínuo, com plano terapêutico individualizado, integração com a psicoterapia e participação da família quando o paciente deseja.
Muitas pessoas chegam ao consultório sem saber dar nome ao que sentem. Algumas situações comuns:
Essas situações não significam, por si só, um transtorno de personalidade. Elas mostram sofrimento que merece ser escutado com atenção.
Personalidade é o jeito relativamente estável com que cada pessoa pensa, sente, se relaciona e reage ao mundo. Todo mundo tem traços mais marcantes, e isso faz parte da individualidade.
Fala-se em transtorno de personalidade quando alguns desses padrões são rígidos, persistentes e trazem sofrimento importante para a própria pessoa ou dificuldades frequentes nos relacionamentos, nos estudos e no trabalho. Não se trata de defeito de caráter, de falta de vontade ou de “jeito difícil”. É uma condição de saúde mental que tem tratamento e acompanhamento.
Existem diferentes tipos descritos pela psiquiatria. Alguns envolvem mais instabilidade emocional e nos vínculos; outros, mais desconfiança, distanciamento, rigidez ou ansiedade nas relações. O nome do quadro importa menos do que entender, caso a caso, o que causa sofrimento e o que pode ajudar.
Na adolescência, a personalidade ainda está em formação. Por isso, a Dra. Mariana tem cautela redobrada antes de falar em diagnóstico nessa fase: muitos comportamentos intensos fazem parte do amadurecimento ou estão ligados a outros quadros, como depressão, ansiedade, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) ou dificuldades de regulação emocional. O foco é cuidar do sofrimento atual, sem colar um rótulo no jovem.
Na vida adulta, o diagnóstico se apoia na história de vida ao longo do tempo, e não em um momento isolado de crise.
A Dra. Mariana Fonseca é médica psiquiatra com Registro de Qualificação de Especialista (RQE), formada em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com residências em Psiquiatria e em Psiquiatria da Infância e da Adolescência pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Nos transtornos de personalidade, a avaliação costuma ser feita ao longo de algumas consultas e inclui:
A Dra. Mariana explica o que observa com clareza e respeito. O objetivo da avaliação não é encaixar a pessoa em uma categoria, mas entender o que está acontecendo para planejar o cuidado.
O acompanhamento é contínuo e construído em conjunto com o paciente. Nos transtornos de personalidade, a psicoterapia costuma ser a base do tratamento, e o papel da psiquiatra é cuidar do quadro como um todo, em diálogo com quem faz a terapia. O plano pode incluir:
Quando há pensamentos de se machucar ou de morte, a página de automutilação e comportamento suicida traz orientações. Em situação de risco imediato, ligue para o SAMU, pelo 192, ou vá ao pronto-socorro. O CVV atende pelo 188, em ligação gratuita, 24 horas por dia.
| Quem | Papel no cuidado |
|---|---|
| Paciente | É o centro do plano. Participa das decisões, compartilha o que funciona e o que não funciona e define, quando adulto, quem mais participa. |
| Psiquiatra | Avalia, faz o diagnóstico diferencial, cuida dos quadros associados, decide com o paciente sobre medicação e acompanha a evolução. |
| Psicólogo | Conduz a psicoterapia, que costuma ser a base do tratamento, e troca informações com a psiquiatra quando o paciente autoriza. |
| Família | Apoia a rotina, recebe orientação e participa do plano para momentos difíceis, sobretudo no caso de adolescentes. |
| Escola | No caso de adolescentes, pode ajudar com adaptações e com a observação do dia a dia, sempre com autorização da família. |
O atendimento é particular, presencial no consultório do Jardim Botânico ou pela consulta psiquiátrica online, conforme o que for combinado com a Dra. Mariana. Dias, horários, valores e formas de pagamento são informados pelo WhatsApp. Veja também a página de contato.
Sim. O tratamento costuma ter a psicoterapia como base, com acompanhamento psiquiátrico para cuidar do quadro como um todo e dos sintomas associados. O acompanhamento é contínuo e ajustado ao longo do tempo.
A personalidade ainda está em formação na adolescência, e por isso a Dra. Mariana tem muita cautela antes de falar em diagnóstico nessa fase. O foco é cuidar do sofrimento atual e observar a evolução.
Não. Todas as pessoas têm traços marcantes. Fala-se em transtorno quando os padrões são rígidos, persistentes e trazem sofrimento importante ou dificuldades frequentes nos relacionamentos e na rotina.
Nem sempre. Em alguns casos, a medicação ajuda em sintomas específicos ou em quadros associados. Quando indicada, a decisão é compartilhada e revisada periodicamente.
Sim, quando você autoriza. A troca entre psiquiatra e psicólogo costuma deixar o cuidado mais coerente, sempre com respeito ao sigilo.
Depende de cada história. Em geral, a avaliação é feita ao longo de algumas consultas, para que a compreensão seja construída com calma e segurança.
O sofrimento nas emoções e nas relações merece cuidado sem julgamento. Conte pelo WhatsApp quem será atendido e o que motivou o contato. Para conhecer melhor a Dra. Mariana, visite a página inicial ou as perguntas frequentes.
Diagnóstico e acompanhamento do transtorno afetivo bipolar em adolescentes e adultos.
ConhecerInvestigação e tratamento de quadros psicóticos, com acompanhamento próximo do paciente e da família.
ConhecerAlinhamento do tratamento com psicoterapia, escola e equipe multidisciplinar.
ConhecerConsultas no consultório do Jardim Botânico ou online, no Rio de Janeiro. Conte pelo WhatsApp o que você precisa e combine o melhor dia.
Falar no WhatsApp · (21) 99917-5510