Avaliação e manejo de crises, irritabilidade e mudanças de comportamento em crianças e adolescentes, com orientação para a família.
Falar no WhatsAppCrises de raiva intensas, irritabilidade constante e explosões difíceis de acalmar podem ser sinais de desregulação emocional. A Dra. Mariana Fonseca, psiquiatra da infância e da adolescência no Rio de Janeiro, avalia o que está por trás desses comportamentos e acompanha a criança e a família, com orientação prática para o dia a dia, no Jardim Botânico ou online.
Muitos pais chegam se sentindo culpados ou julgados. A desregulação emocional não é resultado de “falta de pulso”. É uma dificuldade real da criança, que pode ser entendida e cuidada.
Desregulação emocional é a dificuldade de modular a intensidade e a duração das emoções. Toda criança tem birras e momentos de frustração, especialmente nos primeiros anos. O que chama atenção é quando as reações são muito mais intensas do que a situação pede, demoram muito a passar, acontecem com muita frequência ou continuam fortes em idades em que já se esperaria mais controle.
A desregulação raramente é um problema isolado. Ela pode estar ligada ao TDAH, ao autismo, à ansiedade e à depressão, ao transtorno opositor desafiador (TOD), a problemas de sono ou a momentos de estresse na família. Na adolescência, a irritabilidade pode ser a principal forma de aparecer uma depressão.
| Costuma ser esperado | Vale avaliar |
|---|---|
| Birras nos primeiros anos, que diminuem com o tempo | Crises que aumentam com a idade ou continuam intensas na idade escolar |
| Irritação em dias de cansaço, fome ou mudança | Irritabilidade presente na maior parte dos dias, por semanas |
| Desafios pontuais aos combinados | Enfrentamento constante, que prejudica a convivência em casa e na escola |
| Recuperação rápida depois do conflito | Crises longas, com agressividade ou risco para a criança e para os outros |
A Dra. Mariana Fonseca escuta os pais e a criança, entende em que situações as crises aparecem, o que acontece antes e depois, como estão o sono, a escola e as relações, e investiga as condições que podem estar por trás. Com a autorização da família, a escola também pode contribuir com o que observa.
O acompanhamento é construído com a família e costuma incluir:
As consultas acontecem no consultório do Jardim Botânico ou por telepsiquiatria, quando indicado. O atendimento é particular. Veja a página de contato.
Sim, especialmente nos primeiros anos. Vale procurar avaliação quando as crises são muito intensas, frequentes, longas ou continuam fortes em idades em que já se esperaria mais controle.
É um padrão persistente de irritabilidade, enfrentamento e desafio às figuras de autoridade, que traz prejuízo em casa e na escola. O diagnóstico é clínico e considera outras condições que podem explicar o comportamento.
Não. A desregulação emocional tem várias causas. A forma de lidar com as crises pode ajudar muito, e por isso a orientação parental faz parte do cuidado, sem julgamento.
Pode. Em crianças e adolescentes, a depressão muitas vezes aparece como irritação constante, e não como tristeza. Por isso a avaliação investiga o humor.
Em geral, priorizar a segurança, falar pouco e com calma e conversar depois, quando a criança se acalmar. Se houver risco para a criança ou para outras pessoas, ligue para o SAMU pelo 192 ou procure o pronto-socorro.
Entender as crises é o primeiro passo para que elas diminuam. Veja também dificuldades escolares, as perguntas frequentes ou volte à página inicial.
Avaliação e acompanhamento do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade em crianças e adolescentes.
ConhecerAvaliação diagnóstica e acompanhamento do transtorno do espectro autista e de outras alterações do neurodesenvolvimento.
ConhecerInvestigação das causas clínicas por trás das dificuldades de aprendizagem e de rendimento escolar.
ConhecerConsultas no consultório do Jardim Botânico ou online, no Rio de Janeiro. Conte pelo WhatsApp o que você precisa e combine o melhor dia.
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