Avaliação diagnóstica e acompanhamento do transtorno do espectro autista e de outras alterações do desenvolvimento, em parceria com a família e a equipe.
Falar no WhatsAppA Dra. Mariana Fonseca, psiquiatra da infância e da adolescência no Rio de Janeiro, faz a avaliação diagnóstica e o acompanhamento de crianças e adolescentes com suspeita de transtorno do espectro autista (TEA) e de outras alterações do neurodesenvolvimento. O diagnóstico é clínico, construído com a família, a escola e os outros profissionais, no consultório do Jardim Botânico.
Nenhum desses sinais, sozinho, define o autismo. Mas eles merecem um olhar cuidadoso, e quanto mais cedo a família tiver respostas, mais cedo a criança recebe o apoio de que precisa.
O transtorno do espectro autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta, de formas e intensidades muito diferentes, a comunicação, a interação social e a flexibilidade do comportamento. A palavra “espectro” existe por isso: duas crianças autistas podem ser muito diferentes entre si.
Hoje se fala em níveis de suporte. Algumas crianças precisam de pouco apoio no dia a dia, outras de bastante. Algumas falam com fluência, outras se comunicam de outras maneiras. O que o diagnóstico procura entender é como aquela criança funciona, quais são as suas forças e onde ela precisa de ajuda.
O autismo não é causado pela forma como os pais educam os filhos. Também não é uma doença que “passa”. É um jeito de funcionar que acompanha a pessoa ao longo da vida, e o cuidado certo faz muita diferença na autonomia, na comunicação e no bem-estar.
| Fase | Sinais que merecem avaliação |
|---|---|
| Primeiros anos | Pouco contato visual, pouca resposta ao nome, ausência de gestos como apontar e dar tchau, atraso ou perda da fala, pouco interesse em brincar junto |
| Idade escolar | Dificuldade de fazer e manter amizades, brincadeiras repetitivas, interesses restritos e intensos, sofrimento com mudanças de rotina, sensibilidade a sons e texturas |
| Adolescência | Sensação de não se encaixar, cansaço intenso depois de situações sociais, dificuldade de entender regras implícitas, ansiedade ou tristeza associadas |
Muitas crianças com autismo também têm outras condições, como TDAH, ansiedade, alterações do sono ou seletividade alimentar. Por isso a avaliação olha para o conjunto, e não só para uma lista de sinais.
Não existe exame de sangue ou de imagem que diagnostique o autismo. O diagnóstico é clínico e reúne várias fontes de informação. Na avaliação, a Dra. Mariana Fonseca:
A avaliação costuma levar mais de um encontro. Ao final, a família recebe a devolutiva com calma, com espaço para perguntas, e um plano de próximos passos.
O diagnóstico é o começo de um caminho, e não um rótulo. O acompanhamento com a Dra. Mariana inclui:
Na adolescência, o acompanhamento também olha para a autonomia, as amizades, a escola e a forma como o jovem entende o próprio diagnóstico.
| Profissional | Papel mais comum |
|---|---|
| Psiquiatra da infância e da adolescência | Diagnóstico, coordenação do plano, cuidado das condições associadas e, quando indicada, da medicação |
| Fonoaudiólogo | Linguagem, comunicação e, em alguns casos, alimentação |
| Terapeuta ocupacional | Questões sensoriais, coordenação e autonomia nas atividades do dia a dia |
| Psicólogo | Psicoterapia, habilidades sociais e apoio emocional |
| Escola | Adaptações, mediação e acompanhamento do aprendizado |
A composição da equipe muda de acordo com cada criança. Nem toda criança precisa de todas as terapias ao mesmo tempo.
A avaliação de autismo é feita preferencialmente no consultório do Jardim Botânico, porque a observação da criança é parte essencial do diagnóstico. Consultas de acompanhamento podem ser online quando fizer sentido. O atendimento é particular. Veja a página de contato.
Os sinais podem aparecer nos primeiros anos de vida, e a investigação pode começar assim que houver preocupação. Também há pessoas que recebem o diagnóstico mais tarde, na adolescência ou na vida adulta.
Não. O diagnóstico é clínico, feito a partir da história, da observação da criança e de informações de outros profissionais e da escola. Exames podem ser pedidos para investigar outras causas ou condições associadas.
Em geral, mais de uma consulta. O número de encontros depende da idade, da complexidade do quadro e das avaliações complementares que forem necessárias.
É uma forma de descrever quanto apoio a pessoa precisa no dia a dia, em comunicação e em comportamento. O nível pode mudar ao longo da vida, conforme a criança se desenvolve e recebe cuidado.
Não existe remédio para o autismo em si. Em alguns casos, a medicação ajuda em sintomas associados que trazem sofrimento, como irritabilidade intensa, ansiedade ou problemas de sono. A indicação é individual, decidida com a família e acompanhada de perto.
Sim, quando há dúvida diagnóstica, condições associadas ou necessidade de coordenar o cuidado. A psiquiatra trabalha junto com a equipe que já acompanha a criança.
Cada criança tem o seu jeito de estar no mundo, e entender esse jeito é o primeiro passo para cuidar bem. Veja também dificuldades escolares, as perguntas frequentes ou volte à página inicial.
Avaliação e acompanhamento do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade em crianças e adolescentes.
ConhecerInvestigação das causas clínicas por trás das dificuldades de aprendizagem e de rendimento escolar.
ConhecerAvaliação e manejo de mudanças de comportamento e da dificuldade de regular as emoções.
ConhecerConsultas no consultório do Jardim Botânico ou online, no Rio de Janeiro. Conte pelo WhatsApp o que você precisa e combine o melhor dia.
Falar no WhatsApp · (21) 99917-5510