Avaliação das dificuldades de sono de crianças e adolescentes e da relação delas com o humor, a atenção e o comportamento, com a Dra. Mariana Fonseca.
Falar no WhatsAppDificuldade para dormir, despertares frequentes e sono desregulado na adolescência podem estar ligados à ansiedade, ao humor, à atenção e à rotina. A Dra. Mariana Fonseca, psiquiatra da infância e da adolescência no Rio de Janeiro, avalia o sono como parte da saúde emocional da criança, no consultório do Jardim Botânico ou online.
O sono é um dos primeiros lugares em que o sofrimento emocional aparece, e também um dos que mais influenciam o dia seguinte. Olhar para ele com cuidado costuma trazer pistas importantes.
Falamos em transtorno do sono quando a dificuldade é frequente, se mantém por um período e afeta o dia da criança ou da família. Ele pode ser a queixa principal ou aparecer junto com outros quadros. Os mais comuns na prática da psiquiatria infantil envolvem a dificuldade para iniciar o sono, os despertares noturnos, a insônia ligada à ansiedade, o atraso do horário de sono na adolescência e os episódios durante o sono, como o sonambulismo e o terror noturno.
Na infância, as dificuldades costumam estar ligadas à rotina, aos medos, à ansiedade de separação e à forma como a criança aprendeu a adormecer. Crianças com TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade) e com TEA (transtorno do espectro autista) costumam ter mais dificuldade com o sono, e a falta de descanso pode intensificar a agitação e a irritação durante o dia.
Na adolescência, o relógio biológico tende a atrasar, e o uso de telas à noite reforça esse movimento. O resultado é um adolescente que não consegue dormir cedo e não consegue acordar para a escola. Quando o sono muda de forma marcante, sem explicação clara, também vale olhar para o humor, porque insônia e excesso de sono podem acompanhar quadros de ansiedade e depressão.
Roncos altos, pausas na respiração durante o sono e respiração pela boca pedem avaliação clínica com o pediatra, que pode encaminhar para outros profissionais. A psiquiatra integra essas informações à avaliação.
A Dra. Mariana Fonseca é médica psiquiatra com Registro de Qualificação de Especialista (RQE), com RQE 55702 e 60451. Na avaliação do sono, ela procura entender a criança e a rotina da família como um todo:
Na maioria das vezes, o tratamento começa pela rotina. A orientação parental ajuda a família a construir hábitos de sono possíveis para a realidade da casa: horários mais regulares, um ritual previsível antes de deitar, telas longe do quarto à noite, luz e atividade física durante o dia. Mudanças pequenas e consistentes costumam ter mais efeito do que mudanças grandes e difíceis de manter.
Quando o sono está ligado à ansiedade, ao humor ou a outro quadro, o cuidado passa a incluir também o tratamento desse quadro, com psicoterapia e acompanhamento em conjunto. Em alguns casos, a medicação faz parte do plano. A decisão é tomada com a família, com objetivos claros, e revista nas consultas de retorno.
As consultas de retorno acompanham a evolução e ajustam o plano. O sono tende a melhorar aos poucos, e acompanhar esse processo de perto ajuda a família a não desanimar.
| O que levar | Por que ajuda |
|---|---|
| Anotações de uma ou duas semanas de sono | Mostram horários reais de deitar, adormecer, despertar e acordar |
| Descrição da rotina da noite | Ajuda a identificar o que favorece ou atrapalha o adormecer |
| Relatos da escola | Indicam como o sono está afetando atenção, humor e convivência |
| Relatórios de outros profissionais | Permitem integrar avaliações já feitas pelo pediatra ou por outros profissionais da equipe |
| Lista de medicamentos em uso | Permite considerar tudo o que a criança já utiliza |
O atendimento é particular, presencial no consultório do Jardim Botânico ou online. A consulta psiquiátrica online pode ser uma boa opção para quem mora mais longe. Dias, horários, valores e formas de pagamento são informados pelo WhatsApp. Veja também a página de contato.
Quando a dificuldade é frequente, dura semanas e começa a afetar o humor, a atenção, a escola ou a rotina da família. Nessas situações, vale avaliar.
Porque o sono e as emoções estão muito ligados. Ansiedade, depressão, TDAH e TEA costumam afetar o sono, e o sono ruim costuma intensificar esses quadros. A avaliação olha para os dois lados.
Nem sempre. O atraso do sono é comum na adolescência. Quando ele leva a faltas, sonolência intensa em aula ou mudança de humor, a avaliação ajuda a organizar a rotina e a investigar outras causas.
Costumam ser comuns na infância e, em geral, diminuem com o tempo. Vale avaliar quando são muito frequentes, colocam a criança em risco de se machucar ou vêm acompanhados de outras mudanças de comportamento.
A primeira abordagem costuma ser a rotina e o cuidado com o que está por trás da dificuldade. Em alguns casos, a medicação pode fazer parte do tratamento, sempre decidida com a família e acompanhada de perto.
O uso de telas perto da hora de dormir tende a atrasar o sono. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda limitar o tempo de tela e evitar o uso antes de dormir.
Noites difíceis cansam a família inteira, e pedir ajuda faz parte do cuidado. Conte pelo WhatsApp a idade do seu filho e como estão as noites. Se preferir, comece pela página inicial ou pelas perguntas frequentes.
Diagnóstico e tratamento de quadros ansiosos e depressivos na infância e na adolescência.
ConhecerDiagnóstico e acompanhamento do transtorno obsessivo-compulsivo e dos transtornos de tique.
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ConhecerConsultas no consultório do Jardim Botânico ou online, no Rio de Janeiro. Conte pelo WhatsApp o que você precisa e combine o melhor dia.
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