Monograma da Dra. Mariana Fonseca, as letras M e F sobre uma onda suave Dra. Mariana FonsecaPsiquiatria da Infância e da Adolescência · Rio de Janeiro
Cuidado em momentos difíceis

Automutilação e comportamento suicida na adolescência

Como reconhecer sinais, conversar com o adolescente e buscar ajuda, com avaliação e acompanhamento da Dra. Mariana Fonseca, no Rio de Janeiro.

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CRM-RJ 52.122289-9  ·  RQE 55702 e 60451
Monograma da Dra. Mariana Fonseca, as letras M e F sobre uma onda suave

Quando um adolescente se machuca ou fala em não querer viver, ele está expressando um sofrimento que precisa de cuidado, e existe tratamento. A Dra. Mariana Fonseca, psiquiatra da infância e da adolescência no Rio de Janeiro, avalia o que está por trás desse sofrimento e acompanha o adolescente e a família, no Jardim Botânico ou online.

Se houver risco imediato, ligue para o SAMU pelo 192 ou vá ao pronto-socorro mais próximo, e não deixe o adolescente sozinho. Para conversar a qualquer hora, o CVV atende pelo 188, com ligação gratuita, 24 horas por dia.

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Para quem é

Você está vivendo uma destas situações?

Se você chegou até aqui, provavelmente está assustado. Esse medo é compreensível, e buscar informação já é uma forma de cuidar. Você não está sozinho nessa, e não precisa saber todas as respostas para pedir ajuda.

O que é

O que significa quando um adolescente se machuca?

A automutilação, também chamada de autolesão, costuma ser uma tentativa de lidar com uma dor emocional que o adolescente não consegue nomear ou expressar de outra forma. Ela pode trazer um alívio momentâneo, e é por isso que tende a se repetir. Não é frescura, não é moda e não é chantagem. Tratar como manipulação costuma afastar o adolescente justamente de quem poderia ajudar.

Nem toda autolesão envolve intenção de morrer, mas toda autolesão merece avaliação, porque indica sofrimento importante. O comportamento suicida inclui pensamentos sobre morrer, falas de desesperança e planos, e pede atenção no mesmo dia.

Na adolescência, esse sofrimento costuma estar ligado a quadros como ansiedade e depressão, à desregulação emocional, a transtornos alimentares, ao uso de álcool ou outras substâncias e a situações difíceis como conflitos, perdas, violência ou bullying. Em crianças mais novas, falas sobre morrer também precisam ser levadas a sério e conversadas com calma, sem minimizar.

Sinais

Quais sinais merecem atenção?

Nenhum sinal isolado define nada, mas todos merecem conversa:

Como conversar

Perguntar sobre suicídio pode piorar?

Não. Esse é um dos mitos que mais atrapalham. Perguntar de forma calma e direta mostra que o adulto suporta ouvir, e muitas vezes é o que abre a conversa. A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta falar sobre o tema de forma aberta e acolhedora.

No dia a dia, ajuda reduzir o acesso a meios de risco em casa com naturalidade, sem transformar a casa em vigilância, e manter rotina, sono e presença. E cuidar de quem cuida: pais assustados também precisam de apoio.

A avaliação

Como é a avaliação com a Dra. Mariana?

A Dra. Mariana Fonseca é médica psiquiatra com Registro de Qualificação de Especialista (RQE), com RQE 55702 e 60451. A avaliação é feita com tempo e em ambiente acolhedor, e costuma incluir:

O acompanhamento

Como é o acompanhamento?

O tratamento olha para a causa do sofrimento, e não apenas para o comportamento. A psicoterapia costuma ter papel central, com foco em reconhecer e lidar com emoções intensas de outras formas. A Dra. Mariana trabalha em integração com a escola e a psicoterapia, quando a família autoriza, para que a rede em volta do adolescente esteja alinhada.

A orientação parental ajuda os pais a acolher sem medo de errar, a manter a conversa aberta e a reconhecer quando é preciso buscar ajuda imediata. Em alguns quadros, a medicação faz parte do tratamento, decidida com a família, acompanhada e revisada nas consultas de retorno. Quando a avaliação mostra necessidade de cuidado mais intensivo, a família é orientada sobre os caminhos.

O acompanhamento é próximo, ao longo do tempo, com retornos combinados conforme cada momento.

O que fazer

O que fazer em cada situação?

SituaçãoO que fazer
Risco imediato ou ferimento que precisa de cuidadoLigar para o SAMU pelo 192 ou ir ao pronto-socorro, sem deixar o adolescente sozinho
Fala sobre morrer ou não querer viverBuscar atendimento no mesmo dia e manter alguém por perto
Machucados descobertos, sem risco imediatoConversar com calma, cuidar dos ferimentos e marcar avaliação sem adiar
Sinais de sofrimento sem autolesãoAbrir a conversa e procurar avaliação
O adolescente ou a família precisam conversar agoraLigar para o CVV pelo 188, gratuito, 24 horas
Atendimento

Como funciona o atendimento?

O atendimento é particular, presencial no consultório do Jardim Botânico ou online, com agendamento pelo WhatsApp. O consultório não é serviço de urgência: em risco imediato, procure o SAMU ou o pronto-socorro. Veja também a página de contato.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Automutilação na adolescência é para chamar atenção?

Na maioria das vezes, não. Costuma ser uma forma de lidar com uma dor emocional difícil de expressar. Mesmo quando parece um pedido de atenção, é um pedido de ajuda que merece ser levado a sério.

Falar sobre suicídio com meu filho pode dar a ideia?

Não. Perguntar de forma calma e direta não planta a ideia. Ao contrário, mostra que você está disponível para ouvir e costuma abrir a conversa.

O que fazer quando descubro que meu filho se machuca?

Mantenha a calma possível, cuide dos ferimentos, converse sem acusação e procure avaliação sem adiar. Se houver risco imediato, ligue para o SAMU pelo 192 ou vá ao pronto-socorro.

A consulta é sigilosa para o adolescente?

O adolescente tem espaço para falar com confidencialidade. Quando há risco à vida ou à segurança dele, os pais são informados, e isso é combinado com clareza desde o início.

Existe tratamento?

Sim. O tratamento cuida do que está por trás do sofrimento, com psicoterapia, orientação à família e, em alguns casos, medicação, sempre com acompanhamento próximo.

Onde buscar ajuda a qualquer hora?

Pelo CVV, no 188, com ligação gratuita, 24 horas. Em emergência, SAMU pelo 192 ou pronto-socorro.

Atenção

Precisa de ajuda agora?

Em risco imediato, ligue para o SAMU pelo 192 ou vá ao pronto-socorro mais próximo, e não deixe o adolescente sozinho. Para conversar a qualquer hora, o CVV atende pelo 188, com ligação gratuita, 24 horas por dia.

Agendamento

Vamos cuidar disso juntos?

Pedir ajuda é um ato de cuidado com o seu filho e com você. Conte pelo WhatsApp o que está acontecendo, e a resposta vem com os horários para a avaliação. Se preferir, conheça antes a página inicial ou as perguntas frequentes.

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Dra. Mariana FonsecaMédica psiquiatra da infância e da adolescência · CRM-RJ 52.122289-9 · RQE 55702 e 60451Conteúdo escrito com a médica. Atualizado em 17/10/2026.
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Consultas no consultório do Jardim Botânico ou online, no Rio de Janeiro. Conte pelo WhatsApp o que você precisa e combine o melhor dia.

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