Avaliação e acompanhamento do transtorno afetivo bipolar em adolescentes e adultos, com a Dra. Mariana Fonseca, psiquiatra no Jardim Botânico e online.
Falar no WhatsAppA Dra. Mariana Fonseca, psiquiatra da infância e da adolescência no Rio de Janeiro, avalia e acompanha adolescentes e adultos com transtorno afetivo bipolar, no consultório do Jardim Botânico e online. O trabalho inclui diagnóstico diferencial cuidadoso, plano construído com o paciente e a família, estabilização do humor e prevenção de recaídas, com consultas de retorno regulares.
O transtorno bipolar não se confunde com mudanças de humor do dia a dia. Ainda assim, algumas situações costumam levar famílias e adultos a buscar uma avaliação:
Nenhuma dessas situações, sozinha, define um diagnóstico. Elas indicam que vale conversar com calma e avaliar com atenção.
O transtorno afetivo bipolar é uma condição de saúde mental em que a pessoa apresenta episódios de alteração do humor, da energia e do comportamento, diferentes do seu jeito habitual e que duram dias ou semanas. Entre um episódio e outro, muitas pessoas ficam bem e retomam a rotina.
Os episódios costumam ser de dois tipos. Na mania ou na hipomania (uma forma mais leve), podem aparecer euforia ou irritabilidade intensa, pouca necessidade de sono, aceleração do pensamento e da fala, sensação de grandeza e decisões impulsivas. Na depressão, aparecem tristeza persistente, desânimo, perda de interesse, cansaço, alterações do sono e do apetite e dificuldade de concentração.
Na adolescência, o quadro pode se mostrar de forma menos típica. A irritabilidade costuma aparecer mais do que a euforia, e os sinais podem ser confundidos com a fase, com o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), com ansiedade ou com uso de substâncias. Por isso, o diagnóstico nessa idade pede observação ao longo do tempo e informações de mais de uma fonte.
Na vida adulta, é comum que a pessoa chegue ao consultório depois de vários episódios depressivos, sem que os períodos de energia elevada tenham sido reconhecidos. A história detalhada, com a participação de quem convive com ela quando a pessoa autoriza, ajuda a reconstruir esse percurso.
Ter o diagnóstico não define quem a pessoa é. Uma pessoa com transtorno bipolar estuda, trabalha, constrói vínculos e faz planos, e o acompanhamento existe para que ela tenha mais estabilidade para isso.
A Dra. Mariana Fonseca é médica psiquiatra com Registro de Qualificação de Especialista (RQE), com residência em Psiquiatria e em Psiquiatria da Infância e da Adolescência pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A avaliação é feita com tempo e costuma incluir:
Em muitos casos, a conclusão não vem na primeira consulta. A Dra. Mariana prefere observar a evolução e explicar cada passo, para que o diagnóstico seja construído com segurança e compartilhado com quem participa do cuidado.
O acompanhamento é contínuo e tem dois objetivos principais: estabilizar o humor e reduzir a chance de novos episódios. O plano é construído com o paciente e, no caso de adolescentes, com a família, e costuma reunir:
Quando o adolescente também apresenta tristeza persistente ou ansiedade, a página de ansiedade e depressão traz mais informações sobre esses quadros.
| Costuma fazer parte do dia a dia | Vale conversar com a psiquiatra |
|---|---|
| Ficar triste ou irritado depois de uma frustração e melhorar em horas ou poucos dias | Tristeza ou irritabilidade que dura semanas e muda a rotina |
| Dormir menos em uma noite de festa e sentir cansaço no dia seguinte | Dormir muito pouco por vários dias seguidos sem sentir cansaço |
| Ter dias mais animados e produtivos | Períodos de energia muito acima do habitual, com fala acelerada e decisões impulsivas |
| Mudanças de humor ligadas a situações concretas | Mudanças que parecem vir em fases, sem relação clara com o que está acontecendo |
| Adolescente mais reservado em casa, mas bem com os amigos e na escola | Queda no rendimento, afastamento dos amigos e conflitos frequentes em vários ambientes |
A tabela é apenas um guia para orientar a conversa. Só a avaliação presencial ou online, feita com tempo, permite entender o que está acontecendo.
Alguns momentos pedem ajuda imediata: pensamentos de morte ou de se machucar, comportamento de risco que coloca a pessoa ou outras pessoas em perigo, confusão intensa ou muitos dias seguidos praticamente sem dormir.
Em situação de risco imediato, ligue para o SAMU, pelo 192, ou vá ao pronto-socorro mais próximo. Para conversar a qualquer hora, o CVV atende pelo 188, em ligação gratuita, 24 horas por dia.
Para orientações sobre pensamentos de morte e autolesão na adolescência, veja a página de automutilação e comportamento suicida.
O atendimento é particular, presencial no consultório do Jardim Botânico ou pela consulta psiquiátrica online, conforme o que for combinado com a Dra. Mariana. Dias, horários, valores e formas de pagamento são informados pelo WhatsApp. Veja também a página de contato.
Pode. Em muitas pessoas, os primeiros episódios aparecem na adolescência ou no início da vida adulta. Nessa fase, os sinais podem ser menos típicos, o que torna a avaliação cuidadosa ainda mais importante.
Não. Mudanças de humor fazem parte da vida e da adolescência. O que chama atenção são episódios que duram dias ou semanas, diferentes do jeito habitual da pessoa e que afetam a rotina.
Sim. Além de crianças e adolescentes, a Dra. Mariana atende adultos, sobretudo com transtorno afetivo bipolar, transtornos de personalidade e psicoses.
No transtorno bipolar, a medicação costuma fazer parte do tratamento. A decisão é tomada em conjunto, com explicação clara, acompanhamento próximo e revisão periódica, ao lado da psicoterapia e dos cuidados com a rotina.
No caso de adolescentes, sim, de forma ativa. No caso de adultos, a participação de familiares acontece quando o paciente deseja e autoriza.
Em muitos casos, sim. A modalidade, presencial ou online, é combinada com a Dra. Mariana de acordo com cada situação.
Buscar uma avaliação é um passo de cuidado, e não um rótulo. Conte pelo WhatsApp quem será atendido e o que motivou o contato. Para conhecer melhor a Dra. Mariana, visite a página inicial ou as perguntas frequentes.
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