Como reconhecer sinais, conversar com o adolescente e buscar ajuda, com avaliação e acompanhamento da Dra. Mariana Fonseca, no Rio de Janeiro.
Falar no WhatsAppQuando um adolescente se machuca ou fala em não querer viver, ele está expressando um sofrimento que precisa de cuidado, e existe tratamento. A Dra. Mariana Fonseca, psiquiatra da infância e da adolescência no Rio de Janeiro, avalia o que está por trás desse sofrimento e acompanha o adolescente e a família, no Jardim Botânico ou online.
Se houver risco imediato, ligue para o SAMU pelo 192 ou vá ao pronto-socorro mais próximo, e não deixe o adolescente sozinho. Para conversar a qualquer hora, o CVV atende pelo 188, com ligação gratuita, 24 horas por dia.
Se você chegou até aqui, provavelmente está assustado. Esse medo é compreensível, e buscar informação já é uma forma de cuidar. Você não está sozinho nessa, e não precisa saber todas as respostas para pedir ajuda.
A automutilação, também chamada de autolesão, costuma ser uma tentativa de lidar com uma dor emocional que o adolescente não consegue nomear ou expressar de outra forma. Ela pode trazer um alívio momentâneo, e é por isso que tende a se repetir. Não é frescura, não é moda e não é chantagem. Tratar como manipulação costuma afastar o adolescente justamente de quem poderia ajudar.
Nem toda autolesão envolve intenção de morrer, mas toda autolesão merece avaliação, porque indica sofrimento importante. O comportamento suicida inclui pensamentos sobre morrer, falas de desesperança e planos, e pede atenção no mesmo dia.
Na adolescência, esse sofrimento costuma estar ligado a quadros como ansiedade e depressão, à desregulação emocional, a transtornos alimentares, ao uso de álcool ou outras substâncias e a situações difíceis como conflitos, perdas, violência ou bullying. Em crianças mais novas, falas sobre morrer também precisam ser levadas a sério e conversadas com calma, sem minimizar.
Nenhum sinal isolado define nada, mas todos merecem conversa:
Não. Esse é um dos mitos que mais atrapalham. Perguntar de forma calma e direta mostra que o adulto suporta ouvir, e muitas vezes é o que abre a conversa. A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta falar sobre o tema de forma aberta e acolhedora.
No dia a dia, ajuda reduzir o acesso a meios de risco em casa com naturalidade, sem transformar a casa em vigilância, e manter rotina, sono e presença. E cuidar de quem cuida: pais assustados também precisam de apoio.
A Dra. Mariana Fonseca é médica psiquiatra com Registro de Qualificação de Especialista (RQE), com RQE 55702 e 60451. A avaliação é feita com tempo e em ambiente acolhedor, e costuma incluir:
O tratamento olha para a causa do sofrimento, e não apenas para o comportamento. A psicoterapia costuma ter papel central, com foco em reconhecer e lidar com emoções intensas de outras formas. A Dra. Mariana trabalha em integração com a escola e a psicoterapia, quando a família autoriza, para que a rede em volta do adolescente esteja alinhada.
A orientação parental ajuda os pais a acolher sem medo de errar, a manter a conversa aberta e a reconhecer quando é preciso buscar ajuda imediata. Em alguns quadros, a medicação faz parte do tratamento, decidida com a família, acompanhada e revisada nas consultas de retorno. Quando a avaliação mostra necessidade de cuidado mais intensivo, a família é orientada sobre os caminhos.
O acompanhamento é próximo, ao longo do tempo, com retornos combinados conforme cada momento.
| Situação | O que fazer |
|---|---|
| Risco imediato ou ferimento que precisa de cuidado | Ligar para o SAMU pelo 192 ou ir ao pronto-socorro, sem deixar o adolescente sozinho |
| Fala sobre morrer ou não querer viver | Buscar atendimento no mesmo dia e manter alguém por perto |
| Machucados descobertos, sem risco imediato | Conversar com calma, cuidar dos ferimentos e marcar avaliação sem adiar |
| Sinais de sofrimento sem autolesão | Abrir a conversa e procurar avaliação |
| O adolescente ou a família precisam conversar agora | Ligar para o CVV pelo 188, gratuito, 24 horas |
O atendimento é particular, presencial no consultório do Jardim Botânico ou online, com agendamento pelo WhatsApp. O consultório não é serviço de urgência: em risco imediato, procure o SAMU ou o pronto-socorro. Veja também a página de contato.
Na maioria das vezes, não. Costuma ser uma forma de lidar com uma dor emocional difícil de expressar. Mesmo quando parece um pedido de atenção, é um pedido de ajuda que merece ser levado a sério.
Não. Perguntar de forma calma e direta não planta a ideia. Ao contrário, mostra que você está disponível para ouvir e costuma abrir a conversa.
Mantenha a calma possível, cuide dos ferimentos, converse sem acusação e procure avaliação sem adiar. Se houver risco imediato, ligue para o SAMU pelo 192 ou vá ao pronto-socorro.
O adolescente tem espaço para falar com confidencialidade. Quando há risco à vida ou à segurança dele, os pais são informados, e isso é combinado com clareza desde o início.
Sim. O tratamento cuida do que está por trás do sofrimento, com psicoterapia, orientação à família e, em alguns casos, medicação, sempre com acompanhamento próximo.
Pelo CVV, no 188, com ligação gratuita, 24 horas. Em emergência, SAMU pelo 192 ou pronto-socorro.
Em risco imediato, ligue para o SAMU pelo 192 ou vá ao pronto-socorro mais próximo, e não deixe o adolescente sozinho. Para conversar a qualquer hora, o CVV atende pelo 188, com ligação gratuita, 24 horas por dia.
Pedir ajuda é um ato de cuidado com o seu filho e com você. Conte pelo WhatsApp o que está acontecendo, e a resposta vem com os horários para a avaliação. Se preferir, conheça antes a página inicial ou as perguntas frequentes.
Diagnóstico e tratamento de quadros ansiosos e depressivos na infância e na adolescência.
ConhecerAvaliação e tratamento das alterações do sono em crianças e adolescentes.
ConhecerDiagnóstico e acompanhamento do transtorno obsessivo-compulsivo e dos transtornos de tique.
ConhecerConsultas no consultório do Jardim Botânico ou online, no Rio de Janeiro. Conte pelo WhatsApp o que você precisa e combine o melhor dia.
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