Monograma da Dra. Mariana Fonseca, as letras M e F sobre uma onda suave Dra. Mariana FonsecaPsiquiatria da Infância e da Adolescência · Rio de Janeiro
Emoções e comportamento

Ansiedade e depressão infantil no Rio de Janeiro

Avaliação e acompanhamento de quadros ansiosos e depressivos em crianças e adolescentes, com a Dra. Mariana Fonseca, no Jardim Botânico e online.

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CRM-RJ 52.122289-9  ·  RQE 55702 e 60451
Divã e banqueta diante da janela no consultório de psiquiatria da Dra. Mariana Fonseca

Ansiedade e depressão também aparecem na infância e na adolescência, muitas vezes como irritação, dor de barriga, isolamento ou queda na escola, e não como tristeza evidente. A Dra. Mariana Fonseca, psiquiatra da infância e da adolescência no Rio de Janeiro, avalia esses quadros com calma no consultório do Jardim Botânico ou online, ouvindo a criança e a família.

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Para quem é

Esta página conversa com a sua preocupação?

Pais costumam chegar à consulta com uma sensação difícil de explicar: alguma coisa mudou no filho, mas ninguém sabe dizer exatamente o quê. Talvez você se reconheça em alguma destas situações:

Nenhuma dessas situações, sozinha, define um diagnóstico. Elas indicam que vale olhar com mais atenção, e é exatamente isso que a avaliação faz.

O que é

Como ansiedade e depressão aparecem em cada fase?

Sentir medo, preocupação ou tristeza faz parte da vida de qualquer criança. A ansiedade passa a merecer cuidado quando é intensa demais para a situação, dura muito tempo e começa a limitar a rotina: deixar de ir a festas, evitar a escola, não conseguir dormir sozinho. A depressão, por sua vez, não é só tristeza. Ela envolve uma mudança mais duradoura no humor, na energia e no interesse pelas coisas, que se mantém por semanas.

Na infância, os sinais costumam ser físicos e de comportamento. A criança pequena raramente diz que está ansiosa ou deprimida. Ela chora mais, fica mais irritada, se agarra aos pais, tem queixas no corpo, perde o interesse pelas brincadeiras ou volta a comportamentos que já tinha deixado para trás. A ansiedade de separação, os medos muito intensos e a timidez que impede a convivência são formas frequentes nessa fase.

Na adolescência, a ansiedade pode aparecer como preocupação constante com provas, com o corpo e com o que os outros pensam, além de crises de ansiedade com falta de ar e coração acelerado. A depressão pode se mostrar como irritabilidade, isolamento, sono desregulado, cansaço, queda nas notas e falas de desesperança. Muitas famílias se perguntam se é fase ou se é sintoma. A diferença costuma estar na duração, na intensidade e no quanto aquilo atrapalha a vida do adolescente.

Ansiedade e depressão também podem caminhar junto com outros quadros, como o TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade), o TEA (transtorno do espectro autista) e as dificuldades escolares. Por isso, a avaliação olha para a criança inteira, e não só para o sintoma que chamou a atenção.

A avaliação

Como é a avaliação com a Dra. Mariana?

A Dra. Mariana Fonseca é médica psiquiatra com Registro de Qualificação de Especialista (RQE), com RQE 55702 e 60451 e CRM-RJ 52.122289-9. A avaliação é feita com tempo, porque ansiedade e depressão na infância pedem escuta cuidadosa. Ela costuma incluir:

O diagnóstico é construído ao longo da avaliação e explicado à família com clareza, junto com o que ele significa para o dia a dia.

O acompanhamento

Como é o tratamento e o acompanhamento?

O plano é construído com a família e centrado na criança, e não apenas no diagnóstico. A psicoterapia costuma ter papel central nos quadros ansiosos e depressivos, e a Dra. Mariana trabalha em integração com a escola e com a psicoterapia, trocando informações com os outros profissionais quando a família autoriza.

A orientação parental ajuda os pais a responder ao medo e à tristeza do filho de um jeito que acolhe sem reforçar a evitação. Pequenas mudanças na rotina, no sono e na forma de conversar fazem diferença no cotidiano.

Em alguns quadros, a medicação faz parte do tratamento. Quando é o caso, a decisão é tomada junto com a família, com explicação sobre os objetivos, e o uso é acompanhado e revisado nas consultas de retorno. A medicação nunca é o único recurso, e só entra quando está indicada.

As consultas de retorno acompanham a evolução ao longo do tempo e permitem ajustar o plano conforme a criança cresce e a vida muda.

Para observar

O que é esperado e o que vale avaliar?

SituaçãoCostuma ser esperadoVale avaliar
Medo de se separar dos paisChoro na adaptação escolar que diminui em poucas semanasSofrimento intenso que não passa e impede a criança de ir à escola ou dormir fora
PreocupaçõesNervosismo antes de uma prova ou apresentaçãoPreocupação quase constante, com queixas no corpo e dificuldade de dormir
TristezaTristeza após uma perda ou mudança, com momentos de alegria preservadosTristeza ou irritação na maior parte dos dias por semanas, com perda de interesse
ConvivênciaPreferir alguns amigos e precisar de tempo sozinhoAfastar-se de todos e abandonar o que antes gostava
EscolaOscilação de notas em períodos difíceisQueda persistente no rendimento, recusa escolar ou faltas frequentes

A tabela serve para orientar o olhar, e não para concluir. Quem avalia é a consulta.

Atenção

E se o seu filho falar em não querer viver?

Se houver risco imediato, ligue para o SAMU pelo 192 ou vá ao pronto-socorro mais próximo. Para conversar a qualquer hora, o CVV atende pelo 188, com ligação gratuita, 24 horas por dia.

Falas de desesperança merecem atenção no mesmo dia. Veja também a página sobre automutilação e comportamento suicida.

Atendimento

Como funciona o atendimento?

O atendimento é particular, presencial no consultório do Jardim Botânico ou online, pela telepsiquiatria. Dias, horários, valores e formas de pagamento são informados pelo WhatsApp. Veja também a página de contato.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Depressão infantil: quais os sintomas?

Na criança, a depressão pode aparecer como irritação, choro fácil, perda de interesse pelas brincadeiras, queixas no corpo, mudanças no sono e no apetite e queda na escola. Nem sempre há tristeza evidente. Quando essas mudanças duram semanas, vale procurar avaliação.

Como saber se a ansiedade do meu filho é normal?

Ansiedade faz parte do desenvolvimento. Ela merece avaliação quando é intensa, dura muito tempo e passa a limitar a rotina, como deixar de ir à escola, evitar a convivência ou não conseguir dormir.

A tristeza do adolescente é só uma fase?

Oscilações de humor são comuns na adolescência. Quando a tristeza ou a irritação ficam presentes na maior parte dos dias, por semanas, e vêm com isolamento, cansaço e queda nas notas, a avaliação ajuda a diferenciar fase de sintoma.

O que é o Inventário de Depressão Infantil (CDI)?

É uma escala de autorrelato que pode ser usada como apoio na avaliação. Ela não faz diagnóstico sozinha: o resultado é interpretado junto com a consulta, a história e as informações da família e da escola.

Meu filho vai precisar de remédio?

Nem sempre. Em muitos casos, psicoterapia e orientação parental são o centro do tratamento. Quando a medicação está indicada, a decisão é compartilhada com a família e acompanhada de perto nas consultas de retorno.

A criança participa da consulta?

Sim. A escuta da criança ou do adolescente faz parte da avaliação, no ritmo e na linguagem de cada idade. Os pais também têm um espaço próprio para conversar.

Agendamento

Vamos conversar sobre o que você tem percebido?

Perceber que um filho não está bem já é um passo importante. Conte pelo WhatsApp a idade dele e o que tem preocupado você, e a resposta vem com os dias e horários disponíveis. Se preferir, conheça antes a página inicial ou as perguntas frequentes.

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Monograma da Dra. Mariana Fonseca, as letras M e F sobre uma onda suave
Dra. Mariana FonsecaMédica psiquiatra da infância e da adolescência · CRM-RJ 52.122289-9 · RQE 55702 e 60451Conteúdo escrito com a médica. Atualizado em 17/10/2026.
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