Avaliação e acompanhamento de quadros ansiosos e depressivos em crianças e adolescentes, com a Dra. Mariana Fonseca, no Jardim Botânico e online.
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Ansiedade e depressão também aparecem na infância e na adolescência, muitas vezes como irritação, dor de barriga, isolamento ou queda na escola, e não como tristeza evidente. A Dra. Mariana Fonseca, psiquiatra da infância e da adolescência no Rio de Janeiro, avalia esses quadros com calma no consultório do Jardim Botânico ou online, ouvindo a criança e a família.
Pais costumam chegar à consulta com uma sensação difícil de explicar: alguma coisa mudou no filho, mas ninguém sabe dizer exatamente o quê. Talvez você se reconheça em alguma destas situações:
Nenhuma dessas situações, sozinha, define um diagnóstico. Elas indicam que vale olhar com mais atenção, e é exatamente isso que a avaliação faz.
Sentir medo, preocupação ou tristeza faz parte da vida de qualquer criança. A ansiedade passa a merecer cuidado quando é intensa demais para a situação, dura muito tempo e começa a limitar a rotina: deixar de ir a festas, evitar a escola, não conseguir dormir sozinho. A depressão, por sua vez, não é só tristeza. Ela envolve uma mudança mais duradoura no humor, na energia e no interesse pelas coisas, que se mantém por semanas.
Na infância, os sinais costumam ser físicos e de comportamento. A criança pequena raramente diz que está ansiosa ou deprimida. Ela chora mais, fica mais irritada, se agarra aos pais, tem queixas no corpo, perde o interesse pelas brincadeiras ou volta a comportamentos que já tinha deixado para trás. A ansiedade de separação, os medos muito intensos e a timidez que impede a convivência são formas frequentes nessa fase.
Na adolescência, a ansiedade pode aparecer como preocupação constante com provas, com o corpo e com o que os outros pensam, além de crises de ansiedade com falta de ar e coração acelerado. A depressão pode se mostrar como irritabilidade, isolamento, sono desregulado, cansaço, queda nas notas e falas de desesperança. Muitas famílias se perguntam se é fase ou se é sintoma. A diferença costuma estar na duração, na intensidade e no quanto aquilo atrapalha a vida do adolescente.
Ansiedade e depressão também podem caminhar junto com outros quadros, como o TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade), o TEA (transtorno do espectro autista) e as dificuldades escolares. Por isso, a avaliação olha para a criança inteira, e não só para o sintoma que chamou a atenção.
A Dra. Mariana Fonseca é médica psiquiatra com Registro de Qualificação de Especialista (RQE), com RQE 55702 e 60451 e CRM-RJ 52.122289-9. A avaliação é feita com tempo, porque ansiedade e depressão na infância pedem escuta cuidadosa. Ela costuma incluir:
O diagnóstico é construído ao longo da avaliação e explicado à família com clareza, junto com o que ele significa para o dia a dia.
O plano é construído com a família e centrado na criança, e não apenas no diagnóstico. A psicoterapia costuma ter papel central nos quadros ansiosos e depressivos, e a Dra. Mariana trabalha em integração com a escola e com a psicoterapia, trocando informações com os outros profissionais quando a família autoriza.
A orientação parental ajuda os pais a responder ao medo e à tristeza do filho de um jeito que acolhe sem reforçar a evitação. Pequenas mudanças na rotina, no sono e na forma de conversar fazem diferença no cotidiano.
Em alguns quadros, a medicação faz parte do tratamento. Quando é o caso, a decisão é tomada junto com a família, com explicação sobre os objetivos, e o uso é acompanhado e revisado nas consultas de retorno. A medicação nunca é o único recurso, e só entra quando está indicada.
As consultas de retorno acompanham a evolução ao longo do tempo e permitem ajustar o plano conforme a criança cresce e a vida muda.
| Situação | Costuma ser esperado | Vale avaliar |
|---|---|---|
| Medo de se separar dos pais | Choro na adaptação escolar que diminui em poucas semanas | Sofrimento intenso que não passa e impede a criança de ir à escola ou dormir fora |
| Preocupações | Nervosismo antes de uma prova ou apresentação | Preocupação quase constante, com queixas no corpo e dificuldade de dormir |
| Tristeza | Tristeza após uma perda ou mudança, com momentos de alegria preservados | Tristeza ou irritação na maior parte dos dias por semanas, com perda de interesse |
| Convivência | Preferir alguns amigos e precisar de tempo sozinho | Afastar-se de todos e abandonar o que antes gostava |
| Escola | Oscilação de notas em períodos difíceis | Queda persistente no rendimento, recusa escolar ou faltas frequentes |
A tabela serve para orientar o olhar, e não para concluir. Quem avalia é a consulta.
Se houver risco imediato, ligue para o SAMU pelo 192 ou vá ao pronto-socorro mais próximo. Para conversar a qualquer hora, o CVV atende pelo 188, com ligação gratuita, 24 horas por dia.
Falas de desesperança merecem atenção no mesmo dia. Veja também a página sobre automutilação e comportamento suicida.
O atendimento é particular, presencial no consultório do Jardim Botânico ou online, pela telepsiquiatria. Dias, horários, valores e formas de pagamento são informados pelo WhatsApp. Veja também a página de contato.
Na criança, a depressão pode aparecer como irritação, choro fácil, perda de interesse pelas brincadeiras, queixas no corpo, mudanças no sono e no apetite e queda na escola. Nem sempre há tristeza evidente. Quando essas mudanças duram semanas, vale procurar avaliação.
Ansiedade faz parte do desenvolvimento. Ela merece avaliação quando é intensa, dura muito tempo e passa a limitar a rotina, como deixar de ir à escola, evitar a convivência ou não conseguir dormir.
Oscilações de humor são comuns na adolescência. Quando a tristeza ou a irritação ficam presentes na maior parte dos dias, por semanas, e vêm com isolamento, cansaço e queda nas notas, a avaliação ajuda a diferenciar fase de sintoma.
É uma escala de autorrelato que pode ser usada como apoio na avaliação. Ela não faz diagnóstico sozinha: o resultado é interpretado junto com a consulta, a história e as informações da família e da escola.
Nem sempre. Em muitos casos, psicoterapia e orientação parental são o centro do tratamento. Quando a medicação está indicada, a decisão é compartilhada com a família e acompanhada de perto nas consultas de retorno.
Sim. A escuta da criança ou do adolescente faz parte da avaliação, no ritmo e na linguagem de cada idade. Os pais também têm um espaço próprio para conversar.
Perceber que um filho não está bem já é um passo importante. Conte pelo WhatsApp a idade dele e o que tem preocupado você, e a resposta vem com os dias e horários disponíveis. Se preferir, conheça antes a página inicial ou as perguntas frequentes.
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