Monograma da Dra. Mariana Fonseca, as letras M e F sobre uma onda suave Dra. Mariana FonsecaPsiquiatria da Infância e da Adolescência · Rio de Janeiro
Emoções e comportamento

Transtornos alimentares na adolescência no Rio de Janeiro

Avaliação e acompanhamento em equipe de transtornos alimentares em crianças e adolescentes, com a Dra. Mariana Fonseca, no Jardim Botânico e online.

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CRM-RJ 52.122289-9  ·  RQE 55702 e 60451
Monograma da Dra. Mariana Fonseca, as letras M e F sobre uma onda suave

Os transtornos alimentares costumam começar no comportamento, muito antes de qualquer mudança visível no corpo: regras rígidas com a comida, refeições evitadas, culpa e preocupação intensa com a aparência. A Dra. Mariana Fonseca, psiquiatra da infância e da adolescência no Rio de Janeiro, avalia esses sinais e acompanha o tratamento em equipe, no Jardim Botânico ou online.

Se houver risco imediato, como desmaio, confusão, fraqueza intensa ou fala sobre não querer viver, ligue para o SAMU pelo 192 ou vá ao pronto-socorro mais próximo. Para conversar a qualquer hora, o CVV atende pelo 188, com ligação gratuita, 24 horas por dia.

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Para quem é

Alguma destas mudanças chamou a sua atenção?

Perceber essas mudanças não significa que você falhou como pai ou mãe. Significa que você está atento. Os transtornos alimentares não são escolha, vaidade nem falta de força de vontade, e ninguém tem culpa por eles.

O que é

O que são os transtornos alimentares?

Transtornos alimentares são quadros de saúde mental em que a relação com a comida, com o corpo e com a própria imagem passa a causar sofrimento e a afetar a saúde. Entre os mais conhecidos estão a anorexia nervosa, a bulimia nervosa, o transtorno de compulsão alimentar e o transtorno alimentar restritivo evitativo, este último mais comum em crianças, em que a restrição está ligada a medo, nojo ou sensibilidade intensa a texturas, e não à aparência.

Na infância, os sinais costumam aparecer como seletividade muito intensa, medo de engasgar ou de passar mal, recusa de grupos inteiros de alimentos e sofrimento nas refeições. É importante diferenciar a seletividade comum da infância daquela que limita a vida e a saúde da criança.

Na adolescência, as mudanças do corpo, a pressão social e o contato intenso com conteúdo sobre aparência podem favorecer o início do quadro. É frequente que o adolescente negue o problema ou se irrite quando o assunto aparece. Essa resistência faz parte do quadro e não quer dizer que você errou ao perceber.

Os transtornos alimentares costumam caminhar junto com ansiedade e depressão, com o TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) e com dificuldades de regulação das emoções. Por isso, a avaliação psiquiátrica olha para o todo.

A avaliação

Como é a avaliação com a Dra. Mariana?

A Dra. Mariana Fonseca é médica psiquiatra com Registro de Qualificação de Especialista (RQE), com RQE 55702 e 60451. A avaliação é feita com cuidado e sem julgamento, para que o adolescente se sinta seguro para falar. Ela costuma incluir:

O acompanhamento

Como é o tratamento em equipe?

O tratamento dos transtornos alimentares é feito em equipe. A psiquiatra acompanha a saúde mental e coordena o plano junto com a psicologia, a nutrição e a pediatria ou a clínica médica. A Dra. Mariana mantém contato com esses profissionais, quando a família autoriza, para que as orientações sejam coerentes entre si. Saiba mais sobre a integração com a escola e a psicoterapia.

A família tem papel central. A orientação parental ajuda os pais a apoiar as refeições, a conversar sem confronto e a evitar comentários sobre corpo, peso ou aparência, inclusive elogios. O objetivo é que a comida volte a ser um momento possível, e não de batalha.

Em alguns quadros, a medicação faz parte do tratamento, em geral para os quadros que caminham junto. A decisão é compartilhada com a família, acompanhada e revisada nas consultas de retorno. Quando a avaliação mostra necessidade de um cuidado mais intensivo, a família é orientada sobre os caminhos possíveis.

O acompanhamento é contínuo e respeita o tempo de cada adolescente. A recuperação costuma acontecer aos poucos, e buscar ajuda cedo faz diferença no percurso.

A equipe

Quem participa do cuidado?

QuemPapel no cuidado
PsiquiatraAvalia, faz o diagnóstico diferencial, acompanha a saúde mental e coordena o plano com a família
PsicólogoConduz a psicoterapia com o adolescente e, muitas vezes, com a família
NutricionistaOrienta a alimentação e ajuda a reconstruir a relação com a comida
Pediatra ou clínicoAcompanha a saúde física e os exames
FamíliaApoia as refeições e a rotina e mantém a conversa aberta, sem confronto
EscolaObserva e acolhe, com as informações que a família autoriza compartilhar
Como conversar

Como falar com seu filho sobre isso?

Escolha um momento tranquilo, longe das refeições. Fale do que você observou no comportamento e de como está preocupado com o bem-estar dele, sem comentar corpo, peso ou aparência. Evite ameaças, castigos e discussões à mesa. Espere resistência e mantenha a porta aberta. Deixe claro que vocês vão buscar ajuda juntos.

Atendimento

Como funciona o atendimento?

O atendimento é particular, presencial no consultório do Jardim Botânico ou online. Dias, horários, valores e formas de pagamento são informados pelo WhatsApp. Veja também a página de contato.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Quais são os primeiros sinais de transtorno alimentar na adolescência?

Costumam ser de comportamento: regras rígidas com a comida, refeições evitadas, culpa depois de comer, exercício excessivo, preocupação intensa com a aparência e mudanças de humor. Esses sinais merecem avaliação, mesmo sem mudança visível no corpo.

Meu filho nega que tenha algum problema. O que fazer?

A negação é comum e faz parte do quadro. Mantenha a conversa aberta, sem confronto, e procure avaliação. A consulta é um espaço preparado para acolher essa resistência.

Devo comentar sobre o corpo ou o peso do meu filho?

Não. Comentários sobre corpo, peso ou aparência, inclusive elogios, tendem a reforçar a preocupação. É melhor falar do comportamento e do bem-estar.

Criança pequena pode ter transtorno alimentar?

Sim. Na infância, o quadro mais comum envolve restrição por medo, nojo ou sensibilidade a texturas, e não preocupação com a aparência. A avaliação ajuda a diferenciar da seletividade comum da idade.

O tratamento é feito só com a psiquiatra?

Não. O cuidado é feito em equipe, com psicologia, nutrição e acompanhamento clínico. A psiquiatra acompanha a saúde mental e ajuda a coordenar o plano com a família.

Quando procurar o pronto-socorro?

Em caso de desmaio, confusão, fraqueza intensa, vômitos repetidos ou qualquer fala sobre não querer viver, procure atendimento imediato ou ligue para o SAMU pelo 192.

Atenção

Precisa de ajuda agora?

Em risco imediato, ligue para o SAMU pelo 192 ou vá ao pronto-socorro mais próximo. Para conversar a qualquer hora, o CVV atende pelo 188, com ligação gratuita, 24 horas por dia.

Agendamento

Vamos dar o primeiro passo juntos?

Buscar ajuda cedo é um gesto de cuidado, e você não precisa ter certeza de nada para marcar a consulta. Conte pelo WhatsApp a idade do seu filho e o que tem percebido. Se preferir, comece pela página inicial ou pelas perguntas frequentes.

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Atendimento

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Dra. Mariana FonsecaMédica psiquiatra da infância e da adolescência · CRM-RJ 52.122289-9 · RQE 55702 e 60451Conteúdo escrito com a médica. Atualizado em 17/10/2026.
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