Avaliação e acompanhamento em equipe de transtornos alimentares em crianças e adolescentes, com a Dra. Mariana Fonseca, no Jardim Botânico e online.
Falar no WhatsAppOs transtornos alimentares costumam começar no comportamento, muito antes de qualquer mudança visível no corpo: regras rígidas com a comida, refeições evitadas, culpa e preocupação intensa com a aparência. A Dra. Mariana Fonseca, psiquiatra da infância e da adolescência no Rio de Janeiro, avalia esses sinais e acompanha o tratamento em equipe, no Jardim Botânico ou online.
Se houver risco imediato, como desmaio, confusão, fraqueza intensa ou fala sobre não querer viver, ligue para o SAMU pelo 192 ou vá ao pronto-socorro mais próximo. Para conversar a qualquer hora, o CVV atende pelo 188, com ligação gratuita, 24 horas por dia.
Perceber essas mudanças não significa que você falhou como pai ou mãe. Significa que você está atento. Os transtornos alimentares não são escolha, vaidade nem falta de força de vontade, e ninguém tem culpa por eles.
Transtornos alimentares são quadros de saúde mental em que a relação com a comida, com o corpo e com a própria imagem passa a causar sofrimento e a afetar a saúde. Entre os mais conhecidos estão a anorexia nervosa, a bulimia nervosa, o transtorno de compulsão alimentar e o transtorno alimentar restritivo evitativo, este último mais comum em crianças, em que a restrição está ligada a medo, nojo ou sensibilidade intensa a texturas, e não à aparência.
Na infância, os sinais costumam aparecer como seletividade muito intensa, medo de engasgar ou de passar mal, recusa de grupos inteiros de alimentos e sofrimento nas refeições. É importante diferenciar a seletividade comum da infância daquela que limita a vida e a saúde da criança.
Na adolescência, as mudanças do corpo, a pressão social e o contato intenso com conteúdo sobre aparência podem favorecer o início do quadro. É frequente que o adolescente negue o problema ou se irrite quando o assunto aparece. Essa resistência faz parte do quadro e não quer dizer que você errou ao perceber.
Os transtornos alimentares costumam caminhar junto com ansiedade e depressão, com o TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) e com dificuldades de regulação das emoções. Por isso, a avaliação psiquiátrica olha para o todo.
A Dra. Mariana Fonseca é médica psiquiatra com Registro de Qualificação de Especialista (RQE), com RQE 55702 e 60451. A avaliação é feita com cuidado e sem julgamento, para que o adolescente se sinta seguro para falar. Ela costuma incluir:
O tratamento dos transtornos alimentares é feito em equipe. A psiquiatra acompanha a saúde mental e coordena o plano junto com a psicologia, a nutrição e a pediatria ou a clínica médica. A Dra. Mariana mantém contato com esses profissionais, quando a família autoriza, para que as orientações sejam coerentes entre si. Saiba mais sobre a integração com a escola e a psicoterapia.
A família tem papel central. A orientação parental ajuda os pais a apoiar as refeições, a conversar sem confronto e a evitar comentários sobre corpo, peso ou aparência, inclusive elogios. O objetivo é que a comida volte a ser um momento possível, e não de batalha.
Em alguns quadros, a medicação faz parte do tratamento, em geral para os quadros que caminham junto. A decisão é compartilhada com a família, acompanhada e revisada nas consultas de retorno. Quando a avaliação mostra necessidade de um cuidado mais intensivo, a família é orientada sobre os caminhos possíveis.
O acompanhamento é contínuo e respeita o tempo de cada adolescente. A recuperação costuma acontecer aos poucos, e buscar ajuda cedo faz diferença no percurso.
| Quem | Papel no cuidado |
|---|---|
| Psiquiatra | Avalia, faz o diagnóstico diferencial, acompanha a saúde mental e coordena o plano com a família |
| Psicólogo | Conduz a psicoterapia com o adolescente e, muitas vezes, com a família |
| Nutricionista | Orienta a alimentação e ajuda a reconstruir a relação com a comida |
| Pediatra ou clínico | Acompanha a saúde física e os exames |
| Família | Apoia as refeições e a rotina e mantém a conversa aberta, sem confronto |
| Escola | Observa e acolhe, com as informações que a família autoriza compartilhar |
Escolha um momento tranquilo, longe das refeições. Fale do que você observou no comportamento e de como está preocupado com o bem-estar dele, sem comentar corpo, peso ou aparência. Evite ameaças, castigos e discussões à mesa. Espere resistência e mantenha a porta aberta. Deixe claro que vocês vão buscar ajuda juntos.
O atendimento é particular, presencial no consultório do Jardim Botânico ou online. Dias, horários, valores e formas de pagamento são informados pelo WhatsApp. Veja também a página de contato.
Costumam ser de comportamento: regras rígidas com a comida, refeições evitadas, culpa depois de comer, exercício excessivo, preocupação intensa com a aparência e mudanças de humor. Esses sinais merecem avaliação, mesmo sem mudança visível no corpo.
A negação é comum e faz parte do quadro. Mantenha a conversa aberta, sem confronto, e procure avaliação. A consulta é um espaço preparado para acolher essa resistência.
Não. Comentários sobre corpo, peso ou aparência, inclusive elogios, tendem a reforçar a preocupação. É melhor falar do comportamento e do bem-estar.
Sim. Na infância, o quadro mais comum envolve restrição por medo, nojo ou sensibilidade a texturas, e não preocupação com a aparência. A avaliação ajuda a diferenciar da seletividade comum da idade.
Não. O cuidado é feito em equipe, com psicologia, nutrição e acompanhamento clínico. A psiquiatra acompanha a saúde mental e ajuda a coordenar o plano com a família.
Em caso de desmaio, confusão, fraqueza intensa, vômitos repetidos ou qualquer fala sobre não querer viver, procure atendimento imediato ou ligue para o SAMU pelo 192.
Em risco imediato, ligue para o SAMU pelo 192 ou vá ao pronto-socorro mais próximo. Para conversar a qualquer hora, o CVV atende pelo 188, com ligação gratuita, 24 horas por dia.
Buscar ajuda cedo é um gesto de cuidado, e você não precisa ter certeza de nada para marcar a consulta. Conte pelo WhatsApp a idade do seu filho e o que tem percebido. Se preferir, comece pela página inicial ou pelas perguntas frequentes.
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ConhecerConsultas no consultório do Jardim Botânico ou online, no Rio de Janeiro. Conte pelo WhatsApp o que você precisa e combine o melhor dia.
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